A via integrada produz aço a partir do minério de ferro com coque — o carbono é o redutor químico, pelo que ~90% das emissões estão presas no processo de alto-forno/BOF até a própria via mudar (sucata-EAF ou DRI a hidrogénio). Isso faz do BF-BOF a maior categoria de produto exposta ao CBAM por volume. Para o departamento de reporte, isso significa: quais os enquadramentos que pesam, que KPI divulgar e que medida concluída mostrar. Eis o perfil do aço.
| Enquadramento | Aplica-se ao aço? |
|---|---|
| EU ETS (se site da UE) | Sim — aplica-se a eliminação total da atribuição gratuita |
| CBAM (se exportar para a UE) | Sim |
| SECR (se grande empresa do Reino Unido) | Sim — energia, Âmbito 1+2, rácio de intensidade, ações de eficiência |
| ESOS (se grande empresa do Reino Unido) | Sim — auditoria até 5 dez 2027 (Fase 4) + plano de ação público |
| CSRD / ESRS E1 (se grande empresa da UE) | Sim — ações (E1-3), metas (E1-4), energia (E1-5), Âmbito 1-3 (E1-6) |
| Pedidos SBTi / CDP dos clientes | Independente do setor — chega com o pedido de cotação |
O rácio de intensidade face ao qual o seu setor se compara: ≈1,9 t CO2/t aço (via integrada worldsteel/IEA 1,8–2,2). O SECR exige uma métrica de intensidade à sua escolha; a ESRS E1-5 quer energia por receita líquida; o CBAM (onde aplicável) usa exatamente t CO2 por tonelada de produto. Reportar o mesmo KPI físico em todo o lado mantém os números reconciliáveis — e os auditores satisfeitos.
Boilers, kilns, heat exchangers, valves and steam lines lose energy continuously. Inzonex makes patented (UK GB2508992.1) removable modular insulation — snap-fastened covers engineered per temperature tier, not generic off-the-shelf jackets:
Every tonne you stop emitting is a tonne you don't have to report: cutting heat loss is a measurable, auditable Scope 1 reduction that flows straight into EU ETS, CBAM and your ESG / CSRD disclosures — not an offset, an actual emission cut.
~90% do CO2 do aço é do lado do combustível — a parcela em que as medidas de eficiência podem atuar. Os levantamentos de perdas de calor recuperam tipicamente 2–5% do consumo de combustível, ou seja 1,8–4,5% do CO2 total deste setor, com retorno até 2 anos. Exemplo trabalhado num site de 1 000 000 t aço/ano (≈1 900 000 t CO2/ano à intensidade de referência): um programa de isolamento vale 34 200–85 500 t CO2e/ano — uma entrada completa e verificável para a divulgação 4 do SECR, uma atualização de progresso ESOS, a ESRS E1-3 e o CRP de concurso, mais €2 647 080+ a menos na fatura de carbono onde se aplica o ETS/CBAM.
Gere valores exatos para a sua própria constatação de kW: Carbon Savings Certificate → · trajetória de descarbonização do setor: Aço — BF-BOF (integrado) →