O CO2 recebe a etiqueta de preço, mas um GJ de combustível desperdiçado também carrega NOx, SOx, partículas e impacto hídrico. A eficiência é a única medida que corta todo o conjunto de uma vez.
| Impacto | Por GJ | Nota |
|---|---|---|
| CO2 | ≈56 kg | Fator IPCC |
| NOx | ≈0,05–0,1 kg | dependente do queimador |
| Água (arrefecimento, contexto CCGT) | varia consoante o site | |
| Calor residual para o ambiente | 1 GJ | descarga térmica |
O carvão multiplica cada linha: ~95 kg CO2/GJ mais cinzas, SOx, vestígios de mercúrio. A unidade de energia mais limpa continua a ser a que não é queimada.
Os sites industriais da UE reportam dados multipoluentes ao abrigo do E-PRTR; as grandes instalações de combustão cumprem os limites BAT-AEL ao abrigo da DEI. A ligação prática a este hub: cada medida de eficiência no lista de medidas reduz a queima de combustível — e com ela todo o conjunto de poluentes, não apenas o CO2 tarifado. É por isso que as licenças ambientais referenciam cada vez mais os planos de eficiência energética.
As caldeiras, fornos, permutadores de calor, válvulas e linhas de vapor perdem energia continuamente. A Inzonex fabrica isolamento modular amovível patenteado (UK GB2508992.1) — coberturas com fecho de mola projetadas por nível de temperatura, não capas genéricas de prateleira:
O calor rejeitado para rios e ar é, ele próprio, regulado (limites de temperatura da água de arrefecimento). As instalações que recuperam calor (ver ORC, bombas de calor) reduzem tanto o consumo de combustível como a descarga térmica — uma dupla vantagem de licenciamento.